CFL @ 23:16

Sab, 02/08/08

O vento é como tu...

Passa depressa sem deixar rasto,

Sopra com força, leva-nos longe e... larga-nos.

Deixa-nos cair, algures no deserto...

Vai para longe mas continua tão perto.

 

Não! Afinal não és como o vento!

Porque o vento sopra e vai-se embora.

Tu chegaste e roubaste a minha calma,

Deixaste um furacão na minha alma.

 

          (Fevereiro de 2002)

 

Admito. Agora, como daquela única vez. Sim, admito. Tenho medo desse furacão que pode tomar tudo o que sou. Tenho medo, mas quanto mais medo tenho mais me parece perfeito. Quanto mais não quero, mais não posso evitar. E o pior? O pior não é essa brisa que sinto transforma-se em tempestade. O pior é vê-la a transformar-se sem pedir nada, sem esperar, sem querer. É pensar em ti, em ti, e em ti a cada dia que passa. Só por seres tu. Tu e nada mais.

 

Medo. Medo porque há tanto para correr mal. Medo porque talvez corresse bem. Medo por seres tu. Medo por não compreender porquê. Medo porque já percebi que começas a roubar a minha calma. Medo que me deixes um furacão na alma.

 


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Zeta @ 14:30

Dom, 03/08/08

 

Sorri, sorri amiga, sorri porque sem isso a vida não vale a pena, sorri porque é isso que faz com que acordar valha a pena. E não tenhas medo porque mesmo que a tempestade às vezes faça alguns estragos mesmo assim vale a pena...

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