CFL @ 19:42

Qui, 20/04/06

"A lei da paridade foi esta quinta-feira aprovada (...). A Lei da Paridade, da autoria do PS, obriga os partidos a incluir pelo menos um terço de mulheres nas listas para eleições legislativas, autárquicas e europeias."

Fonte: Diário Digital / Lusa

 

É como mulher que falo. E é como mulher que sei que não estou sozinha. É como mulher que me sinto ofendida.

 

30 anos de Constituição e, em vez de uma aplicação correcta, cada vez é mais subvertida. A intenção é boa, no seu íntimo, é socialista. Não é democrata. Votar-se-á por votar, não pelas qualidades das listas, não pelo bom ou mau serviço que as candidatas poderão prestar ao país. Votar-se-á apenas porque são mulheres. Nada mais interessa. Representantes do povo que não serão mais do que o seu próprio sexo e só por causa dele o são. Nunca me senti tão ofendida nos meus direitos como cidadã.

 

Também, se fosse uma verdadeira lei da paridade, não seria apenas um terço de mulheres. Seria metade (afinal só há homens e mulheres, dois sexos. Se iguais, cada um devia traduzir metade das listas). E se fosse uma lei para garantir uma representatividade real, devia prever um número maior de mulheres do que de homens (afinal, há mais mulheres do que homens).

 

Assim, só posso concluir que esta lei é pura demagogia.



portuguesinha @ 21:44

Seg, 24/04/06

 

Mas é uma tristeza... mulheres nas listas eleitorais só por serem mulheres. Só se olha para o sexo e não para as capacidades. Essa ideia do PS não passa de uma maneira de cativar mais eleitorado que certamente não vai resultar. E se uma mulher não gosta de política? Não se pode pôr mulheres em listas contra a vontade delas.

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